Relacionamento e conjugalidade

Terapia de casal para reconstrução do vínculo, comunicação e intimidade

Para casais que enfrentam conflitos recorrentes, distanciamento emocional, perda de intimidade, dificuldades sexuais ou crises mais profundas no relacionamento.

Atendimento presencial em Ribeirão Preto e online.

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Muitos casais chegam ao consultório dizendo que brigam pelas mesmas coisas — dinheiro, filhos, sogra, divisão da casa — sem perceber que o problema não está exatamente no conteúdo das brigas, mas no ciclo emocional que se repete por baixo delas.

É um padrão muito comum: um parceiro cobra mais presença, o outro se afasta. Um tenta conversar, o outro se fecha. Um se sente abandonado, o outro se sente pressionado. Ambos sofrem, mas ficam presos em posições defensivas, cada um reagindo ao reflexo do outro.

Com o tempo, o conteúdo da briga muda, mas o ciclo é sempre o mesmo. É esse ciclo que precisa ser visto e desmontado.

Algumas das questões que costumam levar casais a buscar acompanhamento:

  • Brigas recorrentes pelos mesmos motivos
  • Dificuldade de comunicação ou de se sentir escutado
  • Afastamento emocional e perda de intimidade
  • Problemas sexuais no relacionamento
  • Traição ou quebra de confiança
  • Ressentimentos acumulados há anos
  • Sensação de solidão dentro da relação
  • Diferenças importantes de desejo sexual
  • Conflitos sobre família, filhos ou rotina
  • Dúvida sobre continuar ou não na relação

O processo costuma incluir sessões conjuntas e, em alguns casos, sessões individuais com cada parceiro — sempre respeitando o enquadre clínico e a ética profissional (o que é compartilhado em sessão individual não vira matéria nas sessões conjuntas sem autorização).

Ao longo do trabalho, costumam ser abordados:

  • Comunicação emocional e os ciclos de perseguição e afastamento
  • Reconstrução da confiança
  • Expressão de necessidades que ficaram caladas
  • Conflitos sexuais e diferenças de desejo
  • Limites com famílias de origem
  • Intimidade e parceria
  • Quando é o caso, decisões sobre continuidade ou mudança da relação

Diferenciais da abordagem: foco no vínculo (não em apontar culpados), compreensão emocional do conflito, atenção específica à sexualidade do casal, trabalho com padrões relacionais e integração entre terapia de casal, sexologia e psicoterapia.

Não. Atende tanto casais em crise grave quanto casais que querem melhorar a comunicação, reconstruir intimidade ou evitar que conflitos pequenos virem grandes.
O ideal é que ambos estejam dispostos a participar. Mas é muito comum que um dos parceiros chegue mais motivado que o outro — e essa própria diferença vira matéria de trabalho no processo.
Pode ajudar bastante quando os problemas sexuais estão ligados a comunicação, ressentimentos, afastamento emocional, ansiedade, pressão ou diferenças de desejo. Em alguns casos, vale combinar com sessões específicas de terapia sexual.
Não. O objetivo não é apontar culpados, mas compreender o ciclo relacional que mantém o sofrimento de ambos e ajudar cada um a se escutar — e a se responsabilizar — com mais profundidade.
Em alguns casos, sim. Servem para entender a história emocional de cada parceiro e como ela contribui para o padrão atual do casal.

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