Saúde sexual masculina

Tratamento psicológico para desejo sexual hipoativo masculino

Para homens que percebem diminuição da libido, perda de interesse sexual, afastamento erótico ou dificuldade de se conectar com o próprio desejo.

Atendimento presencial em Ribeirão Preto e online.

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O desejo sexual não depende apenas de testosterona ou de estímulos externos. Ele responde ao estado emocional, ao vínculo com o parceiro ou parceira, ao corpo, ao contexto de vida, ao estresse acumulado, à autoestima, à saúde mental e à qualidade da relação como um todo.

Em muitos casos, o homem que chega ao consultório não perdeu a própria sexualidade. Está vivendo um estado de inibição — desligado do próprio desejo, sem conseguir nomear exatamente quando isso começou.

A diminuição do desejo costuma estar ligada a uma combinação de fatores: ansiedade, estresse crônico, sintomas depressivos, conflitos no relacionamento, ressentimentos acumulados, rotina excessivamente funcional, dificuldade de intimidade, uso de medicamentos, consumo excessivo de pornografia, medo de falhar, baixa conexão corporal ou simples ausência de um contexto erótico favorável.

Vale considerar acompanhamento quando aparecem sinais como:

  • Perda de interesse sexual ou diminuição clara da libido
  • Dificuldade para iniciar contato sexual
  • Sexo vivido como obrigação
  • Afastamento íntimo do parceiro ou da parceira
  • Redução de fantasias ou pensamentos eróticos
  • Dificuldade de se excitar
  • Sensação de estar "desligado" do próprio desejo
  • Conflitos conjugais ligados à falta de sexo
  • Comparação dolorosa com o desejo que se tinha antes

A avaliação inicial busca entender a história sexual, emocional, relacional e corporal do paciente — porque o que inibe o desejo varia muito de pessoa para pessoa. Ao longo do processo, costumam ser trabalhados:

  • Os "freios" e "aceleradores" do desejo
  • A relação entre ansiedade e libido
  • Vínculo conjugal e ressentimentos acumulados
  • Autoestima e imagem corporal
  • Erotização da rotina e do cotidiano
  • Presença corporal e contato com sensações
  • Fantasia, desejo e permissão interna
  • Comunicação sexual do casal

Recursos utilizados: psicoterapia sexual, exercícios de reconexão corporal, mindfulness aplicado à sexualidade, técnicas específicas de reconstrução do desejo, trabalho com vínculo e intimidade, orientação conjugal quando indicado e encaminhamento médico quando há suspeita de fatores hormonais, medicamentosos ou orgânicos.

Não. Alterações hormonais influenciam o desejo, mas a libido também é afetada por fatores emocionais, relacionais, estresse, ansiedade, depressão, rotina, conflitos e desconexão corporal. O hormônio é uma peça, não a história inteira.
Em alguns casos, sim. Quando há suspeita de fatores orgânicos, hormonais, medicamentosos ou metabólicos, a avaliação médica é importante e pode caminhar em paralelo à psicoterapia. A terapia atua sobre os fatores emocionais, relacionais e comportamentais.
Sim — e mais do que se costuma admitir. Conflitos, ressentimentos, afastamento emocional, falta de admiração, rotina mecânica e ausência de intimidade reduzem o desejo de forma consistente.
Pode envolver. Quando a queda de desejo está claramente ligada à dinâmica conjugal, a participação do casal ajuda a reconstruir comunicação, segurança e erotismo.

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